Foto: Raquel Marques
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Foto: Raquel Marques

A gastronomia tem para todo mundo: desde a comida criola vendida nos restaurantes de bairro, nas ruas e no mercadão (entre 6 e 8 reais)  até a refinada cozinha turística (a partir de 30 reais chegando a valores exorbitantes em dólar).
Na cozinha turística encontra-se menor variedade do que na rua: são ceviches, milhos variados, frango, pisco sour (bebida com pisco – aguardente de uva que disputa a origem com o Chile), Chicha morada (bebida gelada não alcoolica feita com milho roxo fermentado), pratos com alpacas e cuys (porquinho da índia).

 

 

Foto: Raquel Marques

Nas ruas a variedade é maior. Comidas que certamente você não viu em livros de receitas glamurosos, mas que fazem sucesso entre os peruanos: “Chincharrón con mote” (Torresmo com milho doce), “Chuño cola” (Caldo de carne, arroz, salsichas e batatas), “humitas e tamal” (Pamonha salgada com frango ou porco e azeitona) e uma infinita lista. Cevicheria tem em cada esquina e é bem mais apimentada do que aqui no Brasil. Eu particularmente amo pimenta. Quem gosta, tem “aji” de todo tipo e ardência.

Foto: Dani Corrêa

A natureza: Tudo muito exuberante, com montanhas que parecem engolir as pequenas cidades. Ali a gente vê como a natureza é poderosa.

Um povo extremamente acolhedor e simpático. É só falar ‘Brasil’ que se derretem e querem puxar mais assunto. As cores vivas das roupas contrastam com o marrom de adobe da arquitetura. Para fotos é um deleite! Cada esquina eu queria parar para conversar e fazer fotos.

O Peru tem uma atmosfera única, que faz querer voltar e com certeza logo farei mais alguns roteiros por lá.

Até a próxima!

Raio X :

– A cidade mais cara: Lima, seguida de Machu Picchu Pueblo/Águas Calientes

– A cidade mais barata: Huaraz

– Compras: Todas as cidades tem feira de artesanato. Por isso prefira comprar sempre na volta para não carregar peso na mala. Mas cada cidade tem seu “mimo” exclusivo. Por exemplo, Paracas tem leões marinhos e artesanato com conchas.

– O passeio mais caro é a Machu Picchu. O trem e a entrada ao parque são bem disputados. É possível que desembolse cerca de R$1.000 só neste passeio. Guia, trem, tudo muito caro e em dólar.

– As passagens aéreas para o Peru estão bem convidativas. É possível achar ida e volta por mais ou menos R$1.200 saindo de São Paulo.

– Os valores de passeio pelo site costumam ser em dólar. Chegando na cidade, cobram em soles, o que pode ser metade do preço da versão on line.

– Gastei um total de R$5.280,00 pelos 16 dias, mas um detalhe: contabilizei tudo! Desde a saída do Brasil (combustível, deixei meu carro 16 dias no aeroporto de Guarulhos, paguei uma passagem relativamente cara, pois fui em período de férias no Brasil, contei com seguro viagem, IOF e todas as compras, presentes e passeios, e comidas e hostel e táxis, enfim, tudinho!)

– Em Lima usei Uber –salvou a vida, pois lá não tem taxímetro. Os valores variaram entre 30 e 50% de diferença

Foto: Raquel Marques

– Não aconselho a se aventurar pelas comidas de rua – pois as aventuras gastronômicas podem custar a viagem.

 – Não subestime o soroche (mal de altitude), descanse, coma pouco e comidas leves.

 – Exceto Machu Picchu (o trem é o mais disputado. Reserve antes, no Brasil), todos os passeios são fáceis de encontrar e negociar. Se pesquisar Paracas na internet por exemplo, encontrará valores em dólar. Chegando lá é bem mais em conta e em “soles”.

– Todas as cidades que passei tem casa de câmbio, exceto Paracas. A cidade mais perto com esta estrutura é Pisco (20 min de Paracas)

 –  Poucos lugares no Peru aceitam a bandeira Mastercard. A maioria, quando aceita, é Visa.

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